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domingo, 1 de agosto de 2010

Eu te amo.

Ah, se já perdemos a noção da hora, se juntos já jogamos tudo fora... Me conta agora como hei de partir?
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios, rompi com o mundo, queimei meus navios... Me diz pra onde é que ainda posso ir?
Se nós, nas travessuras das noites eternas, já confundimos tanto as nossas pernas... Diz com que pernas eu devo seguir?
Se entornaste a nossa sorte pelo chão, se na bagunça do teu coração, meu sangue errou de veia e se perdeu.
[...]
Como, se nos amamos feito dois pagãos, teus seios ainda estão nas minhas mãos... Me explica com que cara eu vou sair?

E eu que não planejei, que não imaginei nem desconfiei que, Eu - que nunca rezo - rezaria por cegueira...
Queria me botar à frente do tempo, para ver o que aconteceria, depois de fase emocional tão torpe... Pela razão de a imaginária possibilidade de voltar ao tempo e reconcertar coisas, ou mudar o curso que tomaram, levaria tempo demasiadamente longo.

Eu te amo. É difícil imaginar, mesmo que em tempo muito extenso ao futuro, Alguém que tome espaço na minha vida, da forma que aconteceu entre a gente, do curso curioso como as coisas foram acontecendo, do jeito delicado com que eu vi que as conversas mais 'tortuosas' aconteciam...
Eu quero uma saída para isso. E se toda essa história mística de racionalizar os acontecimentos, de romancear uma história, de envolver pessoas, de reger o destino de duas vidas realmente existir... Eu espero que elas nos ajudem. Por que, Eu te amo.

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